As violências perseveram. E se espraiam. As guerras se multiplicam. E não terminam.
O que faremos com nosso presente? E o que o futuro nos reserva?
Guerra ou paz!?
30 encontro (27 de novembro) – Que guerra faz o homem?
Por que os humanos fazem guerras e o que as guerras fazem com os humanos? As guerras sempre existiram ou surgiram num instante da história? Existem sociedades em plena paz ou as guerras são intrínsecas à natureza humana? Quais os seus modos e razões de ser? Quais são os meios que os humanos inventaram para evitar a violência desenfreada e construir aquilo que chamamos de “paz”?
Tais interrogações nos convidam tanto à reflexão filosófica, quanto aos saberes antropológicos, arqueológicos e etnológicos. De um lado, um Thomas Hobbes pensou a guerra generalizada como um estado de natureza a ser superado pelo contrato social, onde o monopólio da violência tornaria possível a paz civil. De outro, criticando o etnocentrismo colonial, um Pierre Clastres desenvolveu a ideia das “sociedades contra o Estado”, nas quais as guerras adquirem uma função constitutiva distinta daquelas realizadas pelas sociedades com Estado.
Em diálogo com esses e outros pensadores – tanto filósofos (como Grotius, Spinoza, Rousseau, Gilles Deleuze, Carl Schmitt e Hannah Arendt), como arqueólogos e etnólogos (como Jean Guilaine e Anne Lehoërff) –, o terceiro encontro do Ciclo de Humanidades 2025 visa refletir sobre os fundamentos antropológicos da guerra.
Quando?
27 de novembro, às 17:30h (quinta)
Onde?
BiblioMaison (Av. Pres. Antônio Carlos, 58 – 11° andar – Centro, Rio de Janeiro)
Com transmissão ao vivo pelo YouTube no Canal da BiblioMaison.
Para os participantes presenciais, haverá emissão de certificados.
Conheça a programação completa e assista aos encontros anteriores aqui.
Quem participa?
Assista ao encontro anterior, A literatura em armas



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