Pontos de Leitura: a diligente seriedade do artesão, por Nietzsche

Podemos nomear grandes homens de toda a espécie que foram pouco dotados. Mas adquiriram grandeza, tornaram-se ‘gênios’ (como se diz) por qualidades de cuja ausência ninguém que dela esteja cônscio gosta de falar: todos tiveram a diligente seriedade do artesão

Pontos de leitura: a arte como potência do falso, por Gilles Deleuze

A arte inventa, precisamente, mentiras que elevam o falso a esse poder afirmativo mais alto; ela faz da vontade de enganar algo que se afirma no poder do falso. Aparência, para o artista, não significa mais a negação do real nesse mundo, e sim seleção, correção, reduplicação, formação. Deleuze, Gilles. Nietzsche e a Filosofia, 1976.... Continuar Lendo →

Pontos de leitura: o caminhar como método, por Antonio Machado

Caminhante, são teus passos o caminho e nada mais; Caminhante, não há caminho, faz-se caminho ao andar. Ao andar se faz caminho, e ao voltar a vista atrás se vê a senda que nunca se voltará a pisar. Caminhante, não há caminho, mas sulcos de escuma ao mar.

Pontos de leitura: instrumento, fala e memória por Leroi-Gourhan

Pontos de leitura "Certamente, o mais supreendente fato material é a "liberação" do instrumento, mas, na realidade, o fato fundamental é a liberação do verbo; e também esta propriedade única que o homem possui: a de colocar sua memória fora de si mesmo." (Leroi-Gourhan)

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