Pontos de Leitura. Byung-Chul Han (1959- ): o que escreveu e qual o percurso?

Hoje começa nosso curso sobre o filósofo coreano Byung-Chul Han, que é um dos melhores intérpretes atuais sobre o que ocorre com nossas sociedades. Neste contexto, trazemos um Pontos de Leitura que apresenta a obra de Han, dispondo cronologicamente cada livro (de 1996 a 2020), com breves comentários de André Magnelli. Assim os interessados podem... Continuar Lendo →

Pontos de Leitura. Capitalismo racket e a ascensão dos nazifascismos – Gabriel Cohn / Ricardo Musse

O Pontos de Leitura traz hoje dois textos sobre o livro Capitalismo sem peias de Ricardo Pagliuso Regatieri. Primeiramente, a orelha do livro, feita por Gabriel Cohn, e, depois, o prefácio escrito por Ricardo Musse. O livro de Ricardo é uma brilhante contribuição para compreender como os autores da Escola de Frankfurt analisaram a natureza... Continuar Lendo →

Pontos de Leitura. Homenagem a David Graeber (1961-2020): depoimento e obra

Nesta semana nos despedimos do antropólogo David Graeber. Em sua homenagem trazemos um pequeno depoimento de Frédéric Vandenberghe (Núcleo de Pesquisa Sociofilo / IFCS-UFRJ), que foi seu amigo pessoal e colega em Yale. E publicamos dois pequenos posts: como convite para que conheçam a obra de Graeber, fizemos um Pontos de Leitura com uma relação... Continuar Lendo →

Pontos de Leitura. Max Weber: quem foi e quais são os 5 autores e livros essenciais para entendê-lo hoje? – por Carlos Eduardo Sell

Max Weber, quem foi? (1864-1920) Jurista de formação, economista por profissão, sociólogo por confissão, Max Weber é um clássico indiscutível em todas as áreas da humanidades. Nascido em Erfurt, em 1864, fez seus estudos superiores na área do direito em Heidelberg (1882-1883), Berlim (1884-1886) e Göttingen (1884-1886), instituição na qual recebeu os títulos de doutorado... Continuar Lendo →

Pontos de Leitura. A riqueza interior, por Herman Hesse

Neste final de semana pré-pascoal, revisitamos dois Pontos de Leitura do Ateliê de Humanidades, retirados do livro A arte dos ociosos, do escritor e pintor alemão Herman Hesse. “Fome de amor e alegria” (1907) e “A riqueza Interior” (1915). Eles são uma preciosa leitura em tempos de confinamento! Publicamos agora "A riqueza interior" e convidamos que... Continuar Lendo →

Pontos de leitura. Fome de amor e alegria – por Herman Hesse

Neste final de semana pré-pascoal, revisitamos dois Pontos de Leitura do Ateliê de Humanidades, retirados do livro A arte dos ociosos, do escritor e pintor alemão Herman Hesse. "Fome de amor e alegria" (1907) e "Riqueza Interior" (1915). Eles são uma preciosa leitura em tempos de confinamento! Ambos estão em áudio leitura e, também, em... Continuar Lendo →

Pontos de leitura. Amar o humano, amar a Terra

Publicamos hoje o vídeo de leitura e comentário por André Magnelli do Pontos de leitura "Amar humano, amar a Terra", de Michel Serres. Gravado no dia 17 de março de 2020, este vídeo não se propõe a ser uma interpretação da pandemia de coronavírus, mas a tangencia fazendo uma "leitura pandêmica"do que acontece conosco, ou... Continuar Lendo →

Pontos de leitura. O silenciamento pelo medo – Por Z. Bauman

"(…) Como toda as outras formas de coabitação humana, nossa sociedade liquido-moderna é um dispositivo que tenta tornar a vida com medo uma coisa tolerável. Em outras palavras, um dispositivo destinado a reprimir o horror ao perigo, potencialmente conciliatório e incapacitante; a silenciar os medos derivados de perigos que não podem – ou não devem,... Continuar Lendo →

Pontos de leitura. Quando o hiperindividualismo leva ao autoritarismo

Publicamos hoje um Pontos de leitura que reflete sobre a dialética do hiperindividualismo contemporâneo. Neste Pontos de Leitura, que é o primeiro acompanhado de um vídeo de leitura e reflexão, André Magnelli selecionou um texto para refletir sobre as tendências atuais do utilitarismo e do "autenticismo" recairem em visões autoritárias de mundo. Este Pontos de Leitura teve como mote o recente vídeo do ex-secretário nacional de cultura Roberto Alvim. A partir deste fato, refletimos sobre os ideias de autonomia do mundo moderno e passeamos um pouco pelos séculos XVIII ao XXI. Desejamos um excelente achado!

Não nascemos para morrer, mas para começar o novo – por Hannah Arendt

O Ateliê de Humanidades retorna do recesso hoje, dia 06 de janeiro, sob o espírito de um novo ano que se inicia, com Pontos de Leitura sobre Hannah Arendt. E que o novo nasça, sempre, de novo.

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