Ciclo de Humanidades. Entrevista com Jaider Esbell – Arte indígena contemporânea: modos de fazer, potências do ser

Desde o dia 02 de novembro, Jaider Esbell, artista indígena contemporâneo, muldimídia e ativista, não está mais entre nós. Sendo originário do povo Macuxi, da região do monte Roraima, atual reserva Raposa Serra do Sol, Jaider atuava com artes plásticas, escrita, performances, instalações, música e arte-educação, e era um dos principais artistas da Bienal de São Paulo de 2021. Suas obras já ganhavam o mundo, como foi o caso de “Carta ao velho mundo” e “Na Terra sem males”, que “foram morar em Paris”, como ele mesmo disse, no acervo do Centre Pompidou.

Havíamos feito, na manhã de 15 de junho de 2021, uma entrevista sobre sua obra no contexto do encontro do Ciclo de Humanidades 2021 “O que pode a arte?: como a arte se relaciona com a vida”. A entrevista foi feita em decorrência de uma falta de luz em Roraima que impossibilitou sua participação na mesa-redonda. Tal fato acabou se tornando uma oporunidade para conversar sobre o conjunto da obra do artista.

Publicamos hoje a “Entrevista com Jaider Esbell – Arte indígena contemporânea: modos de fazer, potências do ser”. feita por André Magnelli (Ateliê de Humanidades). Ela deixa de ser agora o que visava ser, ou seja, o retrato de um jovem com sua arte em construção, para se tornar uma homenagem àquele que foi ao encontro com seus ancestrais enquanto partícipe da energia universal expressa em sua obra.

Tópicos da entrevista

  • O que pode a (sua) arte?
  • Coleção Jenipapal
  • Coleção Makunaimî
  • Série “A guerra dos Kanaimés”
  • A vida e a árvore de todos os saberes
  • Desafios da arte-educação
  • Retrato da arte indígena contemporânea e o caráter multimídia da arte

Tempo de vídeo: 50 minutos

Onde assistir?
Assista no canal “Escritório do livro % BiblioMaison:


Em homenagem ao artista, também publicamos dois de seus textos no Fios do Tempo:


Quer conhecer mais sobre Jaider Esbell?

Acesse o site da Galeria Jaider Esbell e a página dedicada a ele do Prêmio Pipa.


Assista às outras entrevistas do Ciclo de Humanidades 2021 e 2020



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por Anders Noren

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