As violências perseveram. E se espraiam. As guerras se multiplicam. E não terminam.
O que faremos com nosso presente? E o que o futuro nos reserva?
Guerra ou paz!?
2o encontro (30 de outubro) – A literatura em armas
A poesia cantava a guerra na Antiguidade, elogiando a excelência dos seus guerreiros, divinos e humanos. Herdeira do épico, a literatura medieval e renascentista narrou, em igual medida, a vida dos seus heróis, com seus feitos e destinos, entre o mito e a história. Com um Dom Quixote ou um Shakespeare, a literatura moderna foi ganhando formas novas, até surgir o romance e ocorrer, ao longo do tempo, um boom de temas e técnicas narrativas, típicas do experimentalismo moderno.
Salvo exceções, como o clássico Tempestades de aço, de Ernst Jünger (1920), as experiências das guerras, dos campos de concentração e dos totalitarismos no século XX levaram a literatura (incluindo a poesia) a se distanciar de vez do épico e assumir diferentes tarefas em relação às guerras, como as de compreender, testemunhar, combater, denunciar, pensar, julgar, precaver, prever, curar… Como a literatura nos faz, então, refletir sobre as guerras e responder a elas? O segundo encontro do Ciclo de Humanidades 2025 é dedicado a essa interrogação, o que será feito não apenas discorrendo sobre a literatura em geral, como também se debruçando sobre obras literárias clássicas e contemporâneas.
Quando?
30 de outubro, às 17:30h (quinta)
Onde?
BiblioMaison (Av. Pres. Antônio Carlos, 58 – 11° andar – Centro, Rio de Janeiro)
Com transmissão ao vivo pelo YouTube no Canal da BiblioMaison.
Para os participantes presenciais, haverá emissão de certificados.


















