O Ateliê de Humanidades se orienta por uma intuição a respeito da importância das humanidades para a autonomia de pensamento e a vida cultural. E assume como valor a realização de um trabalho intelectual a serviço do público e da formação democrática.
Os Cadernos do Ateliê, publicação do Ateliê de Humanidades Editorial, compõem um conjunto de publicações seriadas e sem periodicidade pré-definida, separada por volumes, do Ateliê de Humanidades, voltadas a apresentar, por meio eletrônico, dossiês temáticos, artigos, ensaios, revisões bibliográficas, traduções e dossiês que estejam relacionados às atividades do Ateliê ou que ajudem a cumprir sua missão de difusão de conhecimento em ciências sociais e filosofia e de formação de uma vida democrática.
Para tanto, publica constantemente em articulação com a tribuna Fios do Tempo e o espaço editorial do Pontos de Leitura.
Acompanhe abaixo todas as publicações do Cadernos do Ateliê.
Publicações atuais
Volume 2
(2024-5)
Número 1. Ensaios, artigos e debates
Fascículo 1. Una filosofía doble y potente del reconocimiento: hacia un modelo de la sabiduría filosófica (formato html)
Por: Gabriel Restrepo
Fascículo 2. A “natureza do social”: contribuições e limites do realismo crítico para as ciências humanas (formato html)
Por: Thiago Panica Pontes
Fascículo 3. Nossa má-educação monoteísta (formato html)
Por: Fábio Costa
Fascículo 4. De um papado a outro
Por: Carlos Eduardo Sell
Publicações anteriores
Volume 1
(2018-2019)
Número 1. Incertezas da Inteligência Artificial
Elaborada no interior do Plano de Convergência Tecnociências & Sociedade: interflúvios e porvires da máquina, da vida e do (pós-)humano, o presente número seriado tem início com ensaios de apresentação e de reflexão crítica sobre relatório The Malicious Use of Artificial Intelligence: Forecasting, Prevention, and Mitigation, publicado em 2017, em torno dos potenciais usos maliciosos das IAs com ameaças à segurança digital, física e política.
Fascículo 1. Cenários hipotéticos de uma ciberguerra em ação (formato html)
Por: André Magnelli e Renato Magnelli
Fascículo 2. A guerra inteligente potencializada (formato html)
Por: André Magnelli e Renato Magnelli
Número 2. A História Antropológica de um Ponto de Vista Tecnológico: Ensaios de Antropologias das Técnicas e dos Objetos Técnicos
Elaborada no interior do Plano de Convergência Tecnociências & Sociedade: interflúvios e porvires da máquina, da vida e do (pós-)humano, o presente número seriado tem o objetivo de disponibilizar ensaios de antropologia das tecnologias. Ela se propõe a publicar, principalmente, traduções de textos clássicos da história da antropologia (e de suas ciências irmãs, como a arqueologia e a etologia) que tenham assumido uma posição do “ponto de vista tecnológico”. Mas pretende trazer também ensaios contemporâneos que trabalham com uma abordagem antropológica das técnicas, dos objetos técnicos e das tecnologias.
Fascículo 1. As técnicas e a tecnologia (formato html)
Por: Marcel Mauss
(tradução e apresentação de André Magnelli)
Fascículo 2. Concepções que precederam a noção de matéria (formato html)
Por: Marcel Mauss
(tradução de Jayme Gomes Neto, apresentação de André Magnelli e Jayme Gomes Neto)
Fascículo 3. Nota sobre as relações entre Tecnologia e Sociologia (1948) (formato html)
Por: André Leroi-Gourhan
(tradução de Maryalua Meyer, revisão de Thiago Cabrera e apresentação de André Magnelli)
Número 3. Estética, Artes e Afetos: entre questões eternas e desafios do instante
A arte contemporânea desperta paixões opondo detratores e defensores. Ela teve lugar cativo entre os diagnósticos de crises e os anúncios de fins das últimas décadas. Filósofos, sociólogos, antropólogos, estetas, críticos e profissionais de arte envidaram esforços para interpretá-la e, mesmo, para estabelecer novos parâmetros para julgar o que é a arte e uma obra de arte. O que é, afinal, a arte e o que há de arte contemporânea?
Esta série se propõe trazer textos, de cunho teórico e empírico, sobre arte contemporânea e artistas, obras de arte e movimentos artísticos atuais.
Fascículo 1. A Arte Contemporânea, um dever de radicalização. Reflexões em torno de Nathalie Heinich (formato html)
Por: André Magnelli e Liz Ribeiro
Número 4. Cartografias da Crítica: fundamentos, potencialidades e limites
Em 2017, dávamos início ao Projeto Cartografias da Crítica no núcleo de pesquisa SOCIOFILO, com atividades no Blog do Sociofilo. Ele se propunha a (re)pensar a (teoria) crítica em seus fundamentos, potencialidades e limites, realizando uma genealogia das constelações de crítica e fazendo uma cartografia das teorias e pesquisas críticas.
Sendo liderado por Alberto Luis Cordeiro de Farias & André Magnelli, o Cartografias passou a ter como locus central o Ateliê de Humanidades e integrou, como co-coordenador, o professor Felipe Maia (UFJF). Iniciamos com grande alegria, agora em 2019, a segunda fase do Cartografias, trazendo a público um novo projeto, o nosso primeiro livro e uma série de publicações no Cadernos do Ateliê.
Fascículo 1. Abaixo do asfalto está a praia (formato html)
Por: Seyla Benhabib
(tradução de Felipe Maia, apresentação de Felipe Maia e Alberto Luis Cordeiro de Farias)
Número 5. Entre Humanismo, Pragmatismo e Complexidade: Educação, Cultura e Trabalho no século XXI
O Ateliê de Humanidades é uma iniciativa que parte de um diagnóstico sobre as crises de nosso tempo, incluindo a do pensamento, da cultura e das universidades; nossa instituição de livre estudo e pesquisa é fundada em ideias e valores fortes, vistos como um norte e uma resposta às crises. Neste sentido, nosso Plano de convergência Entre humanismo, pragmatismo e complexidade: educação, cultura e trabalho no século XXI nos é central, pois oferece uma autorreflexão constante sobre onde estamos, o que somos, o que queremos e para onde temos que ir.
Lançamos agora nos Cadernos do Ateliê uma primeira série que traz textos, traduzidos e inéditos, que permitam diagnosticar nosso tempo, ao mesmo tempo que refletir sobre o Ateliê e seus valores.
Fascículo 1. “Outra Ciência é possível!”: Um apelo à Slow Science (formato html)
Por: Isabelle Stengers, com tradução de Maryalua Meyer, revisão de André Magnelli
Catálogo do Ateliê de Humanidades Editorial
