Fios do Tempo. Zelensky sem narrativas: por um realismo do povo comum, por Jeudiel Martinez

Após um interregno em que estávamos fechando alguns dos próximos livros do Ateliê de Humanidades Editorial e também da Biblioteca Básica Latino-Americana (BBLA), retomamos as publicações do Fios do Tempo trazendo mais uma análise sobre a Guerra na Ucrânia. Inicialmente, havíamos publicado a entrevista do sociólogo russo Greg Yudin sobre "O que se passa na... Continuar Lendo →

Fios do Tempo. O que se passa na Rússia de Putin? – Entrevista com o sociólogo russo Greg Yudin (por David Ernesto García Doell)

A tradição de crítica ao imperialismo norte-americano e a visão da Rússia através de um nostalgismo sovietista são uma boa forma de cegar-se a respeito do que é a Rússia, do que se passa no regime de Putin e do que pode acarretar a Guerra na Ucrânia. Para trazer elementos de compreensão do que está... Continuar Lendo →

Fios do Tempo. O caso telegram e as tecnocracias transnacionais – por Marcos Lacerda

O caso Telegram animou o debate público brasileiro por causa da decisão de bloqueio por parte do Ministro Alexandre de Moraes. Terá sido uma decisão acertada do ponto de vista jurídico? Terá ela justificações políticas ou pragmáticas que vão além da questão legal? Trazemos a análise de Marcos Lacerda sobre a questões implicadas em tais... Continuar Lendo →

Fios do Tempo. Ángel Rama, um intelectual latino-americanista – por Facundo Gómez

Em 03 de março, fizemos uma conversa virtual no Ateliê de Humanidades sobre o crítico, editor e mediador cultural Ángel Rama, realizada em torno do livro “América latina: um povo em marcha”, publicado na Biblioteca Básica Latino-Americana (BBLA), uma realização da Fundação Darcy Ribeiro. Nesta conversa, tivemos a presença do organizador e apresentador do volume,... Continuar Lendo →

Fios do Tempo. As ilusões de autenticidade e os desafios da identidade – por Carlos A. Gadea

As políticas de identidade e as lutas por reconhecimento compõem a atmosfera de nossos dias, onde a ideia da "autenticidade de ser si mesmo" se torna um motivo maior das reivindicações individuais e coletivas. Mas o que é afinal "identidade"? E, mais ainda, o que seria possuí-la de forma "autêntica"? No texto de hoje, no... Continuar Lendo →

Fios do Tempo. A questão da teoria – por Luiz Costa Lima

No texto “Luiz Costa Lima e a teoria do romance (Retorno à Poética)”, o professor Nabil Araújo (UERJ) realizou uma análise do pensamento de Luiz Costa Lima, focando sobre a tese do controle do imaginário e suas implicações para a história do romance. Publicamos hoje no Fios do Tempo a resposta de Costa Lima, que... Continuar Lendo →

Fios do Tempo. Cem anos da semana de 22 – por Luiz Costa Lima

Na semana de comemoração do centenário da Semana de Arte Moderna de 1922 (10 a 17 de fevereiro), trazemos as reflexões do crítico literário e filósofo Luiz Costa Lima. Com seu fino conhecimento da cultura brasileira, Costa Lima traça algumas distinções sobre as linhas de repercussões do movimento modernista sobre a vida literária brasileira. Neste... Continuar Lendo →

Fios do Tempo. O idioma da crítica de Horacio González – por Eduardo Rinesi

Em 01 de fevereiro, fizemos uma live no Ateliê de Humanidades em homenagem ao sociólogo argentino Horacio González, com presença de Eduardo Rinesi, Gabriel Cohn e André Magnelli. A conversa foi feita em torno da publicação de “O idioma da crítica”, de Horacio González, livro do mês de janeiro da Biblioteca Básica Latino-Americana (BBLA) (acesse:... Continuar Lendo →

Fios do Tempo. Ideias, imagens e falas da nova direita e do reacionarismo brasileiro – por Marcos Lacerda

Trazemos hoje, no Fios do Tempo, uma resenha de Marcos Lacerda sobre o documentário “Intervenção: Amor não quer dizer grande coisa” (2017), de Tales Ab’saber, Rubens Rewald e Gustavo Aranda. Esta breve reflexão faz parte de um conjunto de estudos de Lacerda sobre a nova direita brasileira, dos quais já publicamos o artigo "A ascensão... Continuar Lendo →

Fios do Tempo. O amor prático em bell hooks – por Rita Gonçalo

Falar de amor é um ato revolucionário, sobretudo neste momento em que vivemos, dilacerado por violências cotidianas, injustiças banalizadas e autofechamentos narcisistas, onde as próprias lutas por reconhecimento se ideologizam. Na verdade, antes de falar de amor, o que importa é efetivá-lo em estado prático; afinal, as palavras são, muitas vezes, apenas os adornos que... Continuar Lendo →

por Anders Noren

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