Curso Livre Virtual. Entre Deuses e Humanos: diálogos mito- e teopoéticos – com Lindoberg Campos & André Magnelli

Apresentação

Ao longo da história, houve distintas formulações de respostas às interrogações humanas mais fundamentais. Como nasce o mundo tal como o conhecemos? Como se estrutura a realidade? Como se configura o espaço e como transcorre o tempo? Qual é a ordem de todas as coisas? Quais são as fontes de poder, lei, saber e verdade? E quais são as razões das fraquezas, injustiças, sofrimentos e males? Há um sentido para a existência humana, e se sim, qual? Como será possível realizar uma vida bem sucedida, ou ao menos evitar uma má vida?

Mitologias, religiões, filosofias, literaturas, artes e ciências foram distintos saberes que pretenderam responder a tais questões, estabelecendo-se relações variadas dos humanos com o(s) Deus(es) e/ou entidades “espirituais”. Em distintas tradições culturais e civilizacionais, era comum que tais interrogações fossem formuladas através de uma linguagem simbólica, onde a poesia, o metafórico e o imaginativo possuíam um papel fundamental. Com o processo de secularização, estas formas de pensamento tenderam a ser marginalizadas em algumas esferas da vida individual e cultural, em favor de uma ciência que se cogitou capaz de explicar por inteiro o mundo racionalmente e manipulá-lo tecnicamente. Todavia, com o desencanto diante das promessas, não apenas ressurgem apelos a outras formas de expressão e de representação do mundo, como também se descobre de novo a potência da linguagem “ficcional” para a configuração da realidade e a constituição de si mesmo, por meio da qual se dão nomes, formas e imagens ao ser humano e ao seu estar-aí no mundo.

O presente curso se propõe a apresentar um campo de pensamento e de reflexão que aborda tal problemática, que podemos chamar de “teo-” ou “mito-poética”. Isso será feito em quatro passos. Primeiramente, apresentamos em que consiste uma mitopoética, dialogando com Platão, Nietzsche, Heidegger e Hans Blumenberg. Em segundo lugar, fazemos um breve percurso pela história da Antiguidade à modernidade, reconstruindo algumas variações e modalidades na relação entre mito, razão e poesia. Ao refletir sobre o colapso da linguagem referencial e a crise da racionalização, com a ascensão dos irracionalismos nos séculos XX e XXI, somos lançados no cerne de nossa proposta: a de explorar as potencialidades de uma metaforologia da existência. Isso é feito seguindo as trilhas de Hans Blumenberg e construindo um diálogo com filosofias e literaturas modernas e contemporâneas (como Nietzsche, José Saramago, Fernando Pessoa, Guimarães Rosa etc.). Assim, na segunda parte do curso, exploramos os potenciais de uma travessia entre mitologia, teologia, filosofia e literatura, a fim de propor a importância ética, política e existencial de uma metaforologia que seja capaz de analisar criticamente as produções ficcionais e discursivas e de atuar para a potencialização mitopoética do pensamento humano – e da própria experiência de sua relação com as formas de sagrado – em uma vida autônoma, justa e solidária.

* Curso disponível em aulas ao vivo (síncronas) e gravadas,
ficando disponíveis aos alunos por 1 mês para assistirem a qualquer momento

Professores

Lindoberg Campos é livre-pesquisador pleno do Ateliê de Humanidades, doutor em Literatura, Cultura e Contemporaneidade pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, onde defendeu a tese “Para quê (teo)poetas?” Ensaios para uma metaforologia teoliterária”. É membro da Associação Latino-Americana de Literatura e Teologia (ALALITE). Ex-diretor do Instituto Serra do Rodeador. É fundador-proprietário da instituição e marca Rodeador Cultural.

É idealizador, realizador e diretor da instituição de livre estudo, pesquisa, escrita e formação Ateliê de Humanidades (ateliedehumanidades.com). 
Sociólogo, professor, editor e empreendedor público. É co-coordenador do Ateliê de Humanidades Editorial, do Cadernos do Ateliê e do podcast República de Ideias. É editor da tribuna Fios do Tempo: análises do  presente. Pesquisa na interface de teoria social, tecnociências & sociedade, sociologia histórica do político, teoria antropológica, ética, filosofia política e retórica.

Metodologia

Aulas expositiva a partir do Zoom, com análises de obras e conceitos filosóficos, bem como de obras literárias e poéticas, abrindo-se espaço para diálogos com os alunos.

Quando?

aos sábados: 13, 20 e 27 de março / 03 de abril

Que horas?

das 15 às 17:00 h

Onde?

Aplicativo Zoom (inscritos receberão link, ID e senha de acesso)

Carga horária

8 horas/aula

Investimento

R$ 150,00*

* 50% de desconto para estudantes de graduação e mestrado
* 50% de desconto para apoiadores padrão e premium do Ateliê de Humanidades (Premium tem direito a 1 curso gratuito por ano)

Inscreva-se agora

ateliedehumanidades@gmail.com

É apoiador com gratuidade
ou tem dúvidas?
Contate por WhatsApp

Certificação

Emissão de certificado de 8h/aula de curso livre no Ateliê de Humanidades (mínimo 3/4 de frequência)


Programa

1a sessão.
Deuses, humanos e humanos: interrogações radicais sobre a origem do mundo e a realidade das coisas

1. Mito, religião, filosofia, ciência e arte: formas de enunciação do mundo;
2. A teoria do melhor pretendente na elaboração de uma forma de mundo: o poeta, o filósofo, o sacerdote, o mago, o profeta, o legislador/escriba e o príncipe/soberano;
3. A Metaforologia de Hans Blumenberg: metáforas, pensamento e temporalidade;
4. Para que uma mito- ou teopoética?

2a sessão.
Mito, razão e poética: modalidades e variações da Antiguidade à Modernidade

1. Technè e poiesis: o problema da poética e dos simulacros em Platão;
2. Da Mitologia grega à Patrística: explorando o tensionamento platônico;
3. Razão, mito e poesia: breve percurso pela disputa entre racionalismos, expressivismos, hermenêuticas e irracionalismos;
4. Mudança estrutural de época: o homem louco nietzschiano
5. As marginalizações mito/teo/poético pela racionalidade formal e instrumental;
6. Metáforas e retóricas: colapso da linguagem referencial e as formas oblíquas da linguagem
7. Resistir às seduções do irracionalismo: como o totalitarismo tentou salvar a mitopoética absoluta.

3a sessão.
Por uma metaforologia da existência

1. O que pode a poética? O que faz a metáfora?
2. Potências da imaginação: imaginação produtiva (Kant, Cassirer), imaginação erótica (Marcuse) e imaginação radical (Castoriadis);
3. Desabsolutização da realidade e a potência do falso (Platão, Nietzsche e Heidegger);
4. Investigar as metáforas absolutas em Paradigmas para a metaforologia, de Hans Blumenberg;
5. “Parindo centauros”: encontro das formas de conhecimento e saber alegre;
6. Conceito do poeta-revisor de José Saramago;
7. Retornos ao politeísmo, reveses do monoteísmo;
8. A necessidade de uma crítica dos que matam o divino do qual falam;
9. Do sagrado como abertura e tradução.

4a sessão.
Narrativas como processo de (re)apropriação do mundo 

1. Ficção, utopia, distopia e heterotopia; 
2. A liberalidade metafórica do mito;
3. O “como se” e o “e se…”: a condicionalidade dos outros mundos;
4. Fernando Pessoa (Alberto Caeiro): o conhecimento do mundo é sensitivo;
5. José Saramago: Ensaio sobre a cegueira e Jangada de Pedra;
6. A narrativa ficcional e o despertar da eticidade;
7. Como a mitopoética pode liberar o conceito de Deus de seu aprisionamento?;
8. Retóricas e metáforas em uma vida livre na democracia;
9. Explorar a arte mitopoética é redescobrir a arte retórica.

Bibliografia indicativa*

1. Principal

ALEXANDRIA, Clemente de. Exortação aos Gregos. São Paulo: É realizações, 2012.

AUERBACH, Erich. Mimesis. A representação da realidade na literatura ocidental. São Paulo: Perspectiva, 2017.

ARISTÓTELES. Poética. Edição bilíngue; tradução, introdução e notas de Paulo Pinheiro. – São Paulo: Editora 34, 2017.

BÍBLIA DE JERUSALÉM. São Paulo: Paulus, 2002.

BINGEMER, Maria Clara. Teologia e literatura: afinidades e segredos compartilhados. – Petrópolis, RJ: Vozes; Rio de Janeiro: Editora PUC, 2015.

BLUMENBERG, Hans. El mito y el concepto de realidad. Herder Editorial, 2004.

_______. Naufragio con espectador, paradigma de una metáfora de la vida. Trad. Jorge Vigil. Madrid: La balsa de Medusa, 1995.

 _______. O riso da mulher de Trácia: uma pré-história da teoria. Tradução de Maria Adélia Silva e Melo e Sabine Urban. S/L: DIFEL, 1994.

_______. La realidad en que vivimos. Introducción de Valeriano Bonzal. Traducción de Pedro Madrigal. Paidós: Barcelona, 1999.

_______. Tiempo de la vida y tiempo del mundo. Trad. Manuel Canet. Valencia: Pre-textos, 2007.

_______. Paradigmas para una metaforología. Trad y notas: Jorge Pérez de Tudela Velasco. 2ed. Madrid: Trotta, 2018.

DESCARTES, René. Meditações Metafísicas. Introdução e notas Homero Santiago; tradução Maria Ermantina de Almeida Prado Galvão; tradução dos textos introdutórios Homero Santiago. – 4ª ed. – São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2016.

DERRIDA, Jacques. Essa estranha instituição chamada literatura: uma entrevista com Jacques Derrida. Trad. Marileide Dias Esqueda. – Belo Horizonte: Editora UFMG, 2014.

_______. Márgenes de la filosofia. Traducción de Carmen González Marín. 10ª ed. Madrid: Ediciones Cátedra, 2018.

EVERETT, Daniel L. Linguagem: a maior invenção da humanidade. Tradução de Maurício Resende. – São Paulo: Contexto, 2019.

HEIDEGGER, Martin. Caminhos da Floresta. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 2014.

KUSCHEL, Karl-Josef. Os escritos e as escrituras. São Paulo: Loyola, 1999.

LIMA, Luiz Costa. Mímesis e modernidade: formas das sombras. Prefácio à primeira edição de Benedito Nunes; colaboração especial de Flora Süssekind. – 2ª ed. – São Paulo: Paz e Terra, 2003.

_______. Mímesis: desafio ao pensamento. 2ª ed. rev. – Florianópolis: Ed. da UFSC, 2014.

_______. Os eixos da linguagem: Blumenberg e a questão da metáfora. – 1ª ed. – São Paulo: Iluminuras, 2015.

LLEDÓ, Emillio. El concepto ‘poíesis’ en la filosofia griega: Heráclito-Sofistas-Platón. Madrid: Éditorial Dykinson, 2010 [1961].

MANZATTO, Antonio. Teologia e Literatura. Reflexão teológica a partir da antropologia contida nos romances de Jorge Amado. – São Paulo: Edições Loyola, 1994.

RICOEUR, Paul. A metáfora viva. Tradução: Dion Davi Macedo. – 3ª ed. – São Paulo: Edições Loyola, 2000.

_______. Vivo até a morte: seguido de fragmentos. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2012.

SERRES, Michel. Narrativas do humanismo. Tradução Caio Meira. – 1ª ed. – Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2015.

______. O nascimento da física no texto de Lucrécio: correntes e turbulências. Tradução Péricles Trevisan. – São Paulo: Editora UNESP; São Carlos, SP: EdUFSCAR, 2003.

VILLAS-BOAS, Alex. Teologia e literatura. São Paulo: Paulus, 2016.

VICO, Giambattista. Ciência Nova. Trad. Jorge Vaz de Carvalho. Prefácio: António M. Barbosa de Melo. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2005.

2. Auxiliar

BACON, Francis. Novo Órganon [Instauratio Magna]. Tradução e notas de Daniel M. Miranda. – São Paulo: EDIPRO, 2014.

BARNES, Jonathan. Filósofos pré-socráticos. Tradução Julio Fischer. – São Paulo: Martins Fontes, 1997.

CLASTRES, Pierre. A sociedade contra o Estado. Tradução: Theo Santiago. Prefácio: Tânia Stolze Lima e Marcio Goldman. São Paulo: Ubu Editora, 2017.

COPÉRNICO, Nicolau. Commentariolus: Pequeno comentário de Nicolau Copérnico sobre suas próprias hipóteses acerca dos movimentos celestes. Introdução, tradução e notas Roberto de Andrade Martins. – São Paulo: Nova Stella; Rio de Janeiro: Coppe: MAST, 1990.

DELEUZE, Gilles. Lógica do sentido. Trad. Luiz Roberto Salinas Fortes. – São Paulo: Perspectiva, 2009.

EPICURO. Carta sobre a felicidade: (a Meneceu). Tradução e apresentação de Álvaro Lorencini e Enzo Del Carratore. – São Paulo: Editora UNESP, 2002.

HAWKING, Stephen W. Uma breve história do tempo. Ilustração Ron Miller; tradução Cássio de Arantes Leite. – 1. ed. – Rio de Janeiro: Intrínseca, 2015.

_______. O universo numa casca de noz. Tradução Cássio de Arantes Leite. – 1. ed. – Rio de Janeiro: Intrínseca, 2016.

MENDONÇA, José Tolentino. Quando o Novo Testamento cita os poetas (Act 17, 28). Um mapa para o presente. In: Communio. Revista Internacional Católica. Ano XXXI – 2014. Nº 4, 31 de Dezembro de 2014. p. 391-397.

MESTERS, Carlos. Paraíso terrestre: saudade ou esperança? 20. ed. – Petrópolis: Vozes, 2012.

MONTAIGNE, Michel de. Ensaios. Edição integral; tradução e notas Sérgio Milliet; revisão técnica e notas adicionais de Edson Querubini; apresentação de Andre Scoralick – São Paulo: Editora 34, 2016.

PAZ. Octávio. Os filhos do barro. Tradução de Ari Roitman e Paulina Wacht. – São Paulo: Cosac Naify, 2013.

_______. Octávio. O arco e a lira. Tradução de Ari Roitman e Paulina Wacht. – São Paulo: Cosac Naify, 2012.

STEINER, George. Linguagem e silêncio: ensaios sobre a crise da palavra. Tradução de Gilda Stuart e Felipe Rajabally. – São Paulo: Companhia das Letras, 1988.

______. Gramáticas da criação. Tradução Sérgio Augusto de Andrade. – São Paulo: Globo, 2003.

TENÓRIO, Waldecy. A bailadora andaluza. A explosão do sagrado na poesia de João Cabral de Melo Neto. São Paulo: FAPESP/Ateliê Editorial, 1996.

3. Mitológica, teológica e literária

AGOSTINHO, Santo. A Cidade de Deus, Parte I (livro I a X). Petrópolis, RJ: 2012.

 _______. Confissões. Tradução: J. Oliveira, A. Ambrósio de Pina. – 1ª ed. – São Paulo: Folha de S. Paulo, 2010.

 ANDRADE, Carlos Drummond de. Nova reunião. 23 livros de poesia. São Pulo: Companhia das Letras, 2015.

CARMINA BURANA: Canções de Beuern. Inclui a versão integral da Carmina Burana de Carl Orff. Tradução, apresentação e notas de João José de Melo Franco. 2ªed. Rio de Janeiro: Ibis Libris, 2009.

HESÍODO. Teogonia. Trad. e introd. Christian Werner. São Paulo: Hedra, 2013.

_______. Os trabalhos e os dias. Introdução, tradução e comentários: Mary de Camargo Neves Lafer. – [2ª ed.]. – São Paulo: Iluminuras, 2019.

BORGES, Jorge Luis. Ficções. Tradução Davi Arrigucci Jr. – São Paulo: Companhia das Letras, 2007.

MELO NETO, João Cabral. Morte e vida severina e outros poemas. 1ª ed. – Rio de Janeiro: MEDIAfashion, 2008.

_______. O rio. [estabelecimento do texto e bibliografia Antonio Carlos Secchin; organização Inez Cabral]. – Rio de Janeiro: Objetiva, 2012.

HEINE, Heinrich. Os deuses no exílio. Seleção e organização Márcio Suzuki, Marta Kawano; tradução Hildegard Herbold, Márcio Suzuki, Marta Kawano. – São Paulo: Iluminuras, 2009.

LUCRÉCIO. Da natureza das coisas. Tradução (do latim), introdução e notas de Luís Manuel Gaspar Cerqueira. Lisboa: Relógio d’Água, 2015

_______. Assim Falou Zaratustra: um livro para todos e para ninguém. Tradução, notas e posfácio Paulo César de Souza. – São Paulo: Companhia das Letras, 2011.

_______. A Gaia Ciência. Tradução, notas e posfácio Paulo César de Souza. – São Paulo: Companhia de Bolso, 2012.

_______. Crepúsculo dos Ídolos, ou, Como se filosofa com o martelo. Tradução, notas e posfácio Paulo César de Souza. – São Paulo: Companhia dos Livros, 2006.

PESSOA, Fernando. Poemas completos de Alberto Caeiro. Comentários e notas: Maria Helena Nery Garcez. – São Paulo: Companhia Editorial Nacional: Lazuli Editora, 2007.

PLATÃO. Íon. São Paulo: Editora Autêntica, 2011.

_______. A República. Trad. e org. J. Ginsburg. São Paulo: Perspectiva, 2012.

_______. Fedro. Ed. Bilíngue. Trad. e apres. José Cavalcante de Souza. Posfácio e notas: José Trindade Santos. São Paulo: Editora 34, 2016.

_______. Leis, volume I. Trad. introd. e notas: Carlos Humberto Gomes. Lisboa: Edições 70, 2004.

_______. Carta VII. Texto estabelecido e anotado por John Burnet; introd. Terence H. Irwin. Trad. e notas: José Trindade Santos e Juvino Maia Jr. – Rio de Janeiro: Ed. PUC-Rio; São Paulo: Loyola, 2008.

VOLTAIRE. Micrômegas. Uma história filosófica. Tradução: Maria Valéria Rezende; ilustrações: Diogo Droschi. – Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2012.

______. Poema sobre o desastre de Lisboa. Tradução Vasco Graça Moura. – Lisboa: Alêtheia Editores, 2012.

Popol Vuh. Gordon Brotherson e Sérgio Medeiros, organizadores. 2ª ed. São Paulo: Iluminuras, 2018.

SARAMAGO, José. História do cerco de Lisboa. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.

______. A bagagem do viajante: crónicas. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.

______. Todos os nomes. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

______. O conto da ilha desconhecida. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.

______. O evangelho segundo Jesus Cristo. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.

______. Caim. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.

* A bibliografia não é obrigatória, mas sim indicativa. Serão disponibilizados materiais com leituras seletas e sínteses do conteúdo lecionado.


Deixe uma resposta

por Anders Noren

Acima ↑

%d blogueiros gostam disto: