Pontos de Leitura: a diligente seriedade do artesão, por Nietzsche

Podemos nomear grandes homens de toda a espécie que foram pouco dotados. Mas adquiriram grandeza, tornaram-se ‘gênios’ (como se diz) por qualidades de cuja ausência ninguém que dela esteja cônscio gosta de falar: todos tiveram a diligente seriedade do artesão

Pontos de leitura: a arte como potência do falso, por Gilles Deleuze

A arte inventa, precisamente, mentiras que elevam o falso a esse poder afirmativo mais alto; ela faz da vontade de enganar algo que se afirma no poder do falso. Aparência, para o artista, não significa mais a negação do real nesse mundo, e sim seleção, correção, reduplicação, formação. Deleuze, Gilles. Nietzsche e a Filosofia, 1976.... Continuar Lendo →

Pontos de leitura: o caminhar como método, por Antonio Machado

Caminhante, são teus passos o caminho e nada mais; Caminhante, não há caminho, faz-se caminho ao andar. Ao andar se faz caminho, e ao voltar a vista atrás se vê a senda que nunca se voltará a pisar. Caminhante, não há caminho, mas sulcos de escuma ao mar.

Pontos de leitura: instrumento, fala e memória por Leroi-Gourhan

Pontos de leitura "Certamente, o mais supreendente fato material é a "liberação" do instrumento, mas, na realidade, o fato fundamental é a liberação do verbo; e também esta propriedade única que o homem possui: a de colocar sua memória fora de si mesmo." (Leroi-Gourhan)

Da força da grana que ergue e destrói coisas belas – Ateliê de Humanidades para o Jornal do Brasil

Morrer é natural, mas morrer em condição aviltante não é. Se o primeiro caso nos submete à resignação, o segundo nos afronta. A morte natural, sabemos, pertence à ordem do Criador, mas aquela que nos humilha, aquela que nos desdenha, pertence a homens públicos que arrancaram, com sua absurda violência de lucro, o sentido mais digno da pessoa humana. A matança em Brumadinho, Minas Gerais, nos assombra. Os assassinos não merecem perdão.

Robôs que criam arte!? – Ateliê de Humanidades para o Jornal do Brasil

Robôs que criam arte!? - Ateliê de Humanidades para o Jornal do Brasil Por: Liz Gomes Ribeiro

Concepções que precederam a noção de matéria (1939), Por Marcel Mauss

 “A História Antropológica de um Ponto de Vista Tecnológico”

A Série, publicada em Fascículos pelos Cadernos do Ateliê, do Ateliê de Humanidades, tem o propósito de disponibilizar ao grande público ensaios de “antropologia das tecnologias”. Ela tem o intuito de publicar, principalmente, traduções de textos clássicos da história da antropologia (e de suas ciências irmãs, como a arqueologia e a etologia) que tenham assumido uma posição do “ponto de vista tecnológico”. Pretendemos trazer também ensaios contemporâneos que trabalham com uma abordagem antropológica das técnicas, dos objetos técnicos e das tecnologias.

No segundo fascículo da série trazemos o artigo de Marcel Mauss, Concepções que precederam a noção de matéria (1939).
Por: André Magnelli e Jayme Gomes Neto

Manifesto por uma Slow Science

Quando tudo parece necessário e inevitável, sempre surgem aqueles que nos lembram que somos, antes de tudo, seres capazes de agir e de (nos) renovar. Sempre que possível, o Ateliê fará circular, difundir e repercutir importantes manifestações culturais e intelectuais feitas em defesa do tempo próprio. De partida, trazemos uma tradução do importante Manifesto da Slow Science, publicado em 2010 pela Slow Science Academy, situada em Berlim, Alemanha.

Sob o olhar de Luzia – Ateliê de Humanidades para o Jornal do Brasil

Sob o olhar de Luzia seguimos o rumo sem prumo; num barco sem mastro, numa estrada sem guia, numa terra onde a lei do mais forte e valente parece ser o norte. Busca-se entender o que é o humano e se ainda Luzia poderá vislumbrar a centelha do último elemento da caixa de Pandora a conduzir-nos por novas veredas.

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