Teoria crítica da colonialidade – por Paulo Henrique Martins. Livro.


Teoria crítica da colonialidade

Paulo Henrique Martins


Apresentação

Teoria Crítica da Colonialidade de Paulo Henrique Martins é uma reflexão sobre as crises atuais e uma proposta, até mesmo antevisão, de metamorfose epistêmica, metodológica, moral e afetiva. Sua atualidade se explicita diante dos atuais acontecimentos no Brasil, na América latina e demais regiões. Nele, a constatação de uma crise do desenvolvimentismo é, ao mesmo tempo, um ato de resistência à recolonialidade neoliberal em curso.

O livro dialoga e sistematiza as teorias críticas europeias, os estudos pós-coloniais e as experiências do Norte e do Sul. Quando a fragmentação corrente transforma a polarização e as fronteiras em uma tentação, o autor dirige o olhar para a emergência de uma Teoria Crítica da Colonialidade que floresce nas margens e intersecções, num entre-lugar que promete a descolonização do ser, do saber e do poder.

Com este livro, prefaciado por Joanildo Burity, o Ateliê de Humanidades Editorial reforça a sua vocação crítica e pública. Entregamos ao leitor não um catálogo das ruínas do tempo, ou um lamento a se juntar ao coro dos abatidos, mas sim um esforço de razão, afeto e heterotopia para reconstrução de um horizonte humanista, ao mesmo tempo descolonizado e descolonializador, no século XXI.


Formato: Capa Comum
Autor: Paulo Henrique Martins
Editora: Ateliê de Humanidades Editorial

Páginas: 330
Ano: 2019
ISBN: 978-65-8029-10-69
Preço: 45,00



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Sobre o autor

Paulo Henrique Martins é mestre em Sociologia na Université de Paris I (Panthéon-Sorbonne) (1979) , doutor em Sociologia na Université de Paris I (Panthéon-Sorbonne) (1980 e 1991) e pós-doutor na Universidade de Paris-Nanterre (2001). É professor Titular de Sociologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). É bolsista de Produtividade 1B do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e integra, desde 2017, o Comitê de Assessoramento da área de Ciências Sociais-Sociologia do CNPq. Foi presidente da Associação Latino-Americana de Sociologia (ALAS) (2011-2013) e vice-presidente da Associação Mouvement anti-utilitariste en sciences sociales (M.A.U.S.S.) (2009-2012). Na sua atividade intelectual, articula de forma interdisciplinar os estudos sobre a dádiva, buscando diálogo permanente com a antropologia, com a política e com a psicologia. Seus estudos em Teoria Social, Sociologia da Saúde e Sociologia do Poder revelam frequentemente os seguintes indicadores: dádiva, cidadania, democracia, solidariedade, políticas públicas, redes sociais, saúde e cultura. Publicou também em 2019, no Ateliê de Humanidades Editorial, o livro Itinerários do dom: teoria e sentimento, primeiro livro da série Metamorfoses do dom.


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