Sinfonia barroca: o Brasil que o povo inventou – Rubem Barboza Filho

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Nosso desafio está em realizarmos, enfim, o encontro entre o povo e a democracia, assumindo de vez uma forma de vida nossa, com futuro para nós. Para tanto, basta revisitarmos a história, reaprendendo a arte com que o povo compôs esta sinfonia chamada “Brasil”.

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Descrição

Numa crise mundial inédita, em que se perde por toda parte a noção de um futuro cosmopolita e emancipador, o Brasil vivencia uma espécie de “estado de ridículo”. Nosso país não se reconhece mais como tal e, por isso, nós, brasileiros, não conseguimos compreender a profundidade das mudanças em curso e as escolhas que podemos fazer para enfrentá-las produtivamente.

Para Rubem Barboza Filho, podemos sair desta impotência política e utópica se recuperarmos a nossa história como uma narrativa com sentido, originada em um povo mestiço que criou a si mesmo e à sua própria linguagem em uma forma de vida barroca. Uma história potente, plena de aprendizados, economicamente produtiva e socialmente democrática.

Este povo foi esquecido nos processos de “modernização” e “ocidentalização”. E mesmo quando convocado em roupagens progressistas renovadas, como a “pós-colonial”, o povo continua sendo, quase sempre, menosprezado como agente passivo, a ser educado por pretensas elites. Nosso desafio está em realizarmos, enfim, o encontro entre o povo e a democracia, assumindo de vez uma forma de vida nossa, com futuro para nós. Para tanto, basta revisitarmos a história, reaprendendo a arte com que o povo compôs esta sinfonia chamada “Brasil”.

Excerto do livro

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“Se a violência emudece quem a sobrevive, Rubem Barboza Filho sugere que o emancipar democrático se constitui na e pela linguagem popular, ao nomear sofrimentos e enfrentá-los. Uma sinfonia erudita e singular aos corações e mentes do Brasil” (ALESSANDRA MAIA DE FARIA, professora da PUC-RJ e coordenadora do Na Memória)

“Sem exagero, esta Sinfonia barroca, na esteira de Tradição e artifício, nasce como um clássico indiscutível. O barroco dos séculos iniciais é aqui um reprimido que enfim se liberta e, magnificamente plástico e criativo, proporciona sentido novo à História e futuro aberto à humanidade brasileira, se soubermos nos reconciliar generosamente com o passado aqui recuperado” (LUIZ SÉRGIO NASCIMENTO HENRIQUES, tradutor, coeditor das obras de Gramsci, e colunista do jornal Estadão)

“O pragmatismo de Sancho Pança é muito mais fértil do que o idealismo de Dom Quixote, a não ser que interpretemos ironicamente o engenhoso fidalgo. Se, após o naufrágio pós-imperial e pós-moderno, entrarmos em um labirinto teórico infinito, o pensamento não avança. Mas avançamos com Barboza, que nos oferece uma interpretação do Brasil em que a plasticidade tropicalista não é apenas portuguesa ou ibérica, mas também africana e indígena” (PABLO GONZÁLEZ VELASCO, Coordenador Geral do El Trapezio, e doutor pela Universidade de Salamanca).

Formato: Brochura comum
ISBN: 978-65-86972-39-9
Autor: Rubem Barboza FIlho
Prefácio: Felipe Maia
Coleção: Biblioteca do Pensamento Político
Páginas: 534 p.
Ano: 2025

Conheça o autor

Rubem Barboza Filho (1950…) é professor titular do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS) da mesma universidade. Tem graduação em Filosofia (UFJF), mestrado (UFMG) e doutorado (IUPERJ) em ciência política. Foi Secretário de Governo da Prefeitura de Juiz de Fora, membro do Conselho Curador da FAPEMIG e Coordenador do PPGCS-UFJF. É atualmente membro do Conselho Permanente da Associação Iberoamericana de Filosofia Política, que reúne pesquisadores de toda a América Latina e da Península Ibérica. Participou intensamente da Revista Presença, que reunia intelectuais de todo o Brasil e de orientações diversas, com o objetivo de refletir sobre o Brasil e suas perspectivas democráticas. Seu trabalho se desenvolve nas áreas de teoria política, democracia, pensamento ibero-americano, filosofia política e filosofia da linguagem. É autor de Tradição e Artifício. Iberismo e Barroco na formação americana (Editora UFMG, 2000, agora com nova edição, revista e ampliada, pelo Ateliê de Humanidades Editorial, 2025); e Sinfonia Barroca: o Brasil que o povo inventou (Ateliê de Humanidades Editorial, 2025).

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