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Estou muito bem impressionado com a apresentação que o André fez da obra do Han com vistas a organizar seu curso sobre Han. Parabéns.
Quero assistir. Basta entrar no link ou tem que fazr inscrição? Onde me inscrever? Obrigada. abs. Comba
Es un artículo que nos induce a pensar sobre la exclusión a la raza negra en todos los ordenes de la existencia humana, pero que nos coloca de frente con la más aberrante de las exclusiones que es aquella que tiene que ver con la vida espiritual. La raza negra humillada y vencida durante siglos y que hoy aún sigue siendo sujeto sufriente de desigualdad social e inequidad, demostrada universalmente en el modo de vida que llevan los descendientes afroamericanos en casi todos los países del mundo, sigue siendo objeto de exclusión social y religiosa.
Desafortunadamente la religión en muchos contextos ha sido un aparato ideológico de estado que ha favorecido intereses de dominación y que ha callado siglos de dolor e ignominia hacia la raza negra.
Supongo que el color de la piel de Jesús no debería ser motivo que coadyuve en la distinción de razas. El Jesús, cualquiera fuese su raza debería mantener su discurso esencial cual es el amor, la justicia y la equidad entre hermanos. Un discurso que aboga por el “Amaos los unos a los otros como yo os he amado” un discurso que predica igualdad de raza y género, que se predica pero no se aplica.
A mi modo de ver el color es irrelevante si se tiene en cuenta el mensaje Cristico de Amor a la humanidad, de amor entre hermanos. La raza ha sido una categoría culturalmente aprendida. La raza debería ser un término secundario o no existente en la comunidad humana.
El predominio blanco doblegó el concepto y con ello el bagaje sociocultural implícito en el color que dominó, avasalló y anuló la posibilidad de una historicidad cristiana equitativa e igualitaria.
La raza negra tiene sus propios caminos. Tiene sus ideales religiosos surgidos de su propia naturaleza telúrica ancestral. Su propia cultura desarraigada en muchos contextos debería ir de vuelta allá. Hacia la búsqueda de sus propias raíces espirituales histórica y culturalmente establecidas. Debería, creo yo, separarse del concepto del Dios cristiano, pues Jeshua, somos todos.Jehua es el corazón de la humanidad clamando Amor y el Amor está en los espíritus que nutrieron nuestro ser ancestral. La humanidad toda mantiene en su acerbo genético el color negro de una u otra manera, si no en el color de su piel si en la cultura global que caracteriza el mundo hoy. Volver al terruño original, reencontrar las raíces africanas, repensar lo afro-ameticano, lo afro-mundo es ir por ese mapalé, por el tambor, por los arquetipos que consolidaron la sabia sociohistórica y cultural de la raza negra, olvidada pero presente en el imaginario colectivo como una sombra que nutre a la humanidad.
Eso solo: ver el Jesús del Amor enraizado como hilo de seda en nuestra musica, en la danza, en el arte, en la ciencia. Jeshua es Amor y en las raíces ancestrales de la negritud habita el Amor y obvio, ahí está Jesús. No hay que vestirlo de negro, ya es negro, ha sido desde siempre.
Excelente artigo que foi muito bem sucedido em mostrar como o conceito sociológico proposto pode ser empiricamente analisado, compreendido e compartilhado. Achei muito importante a afirmação dos autores de que o amor agápico pode e deve ser institucionalizado para que a prática nas instituições não “sejam esclerosadas em ações rotineiras”. As instituições podem se beneficiar muito das proposições aqui mencionadas. Parabéns.
Gostaria de me inscrever mas não consegui?
Olá, Augustp, boa tarde. Por alguma razão o wordpress não nos notigicou de seu comentário. Você conseguiu se inacrever depois? Sempre que necessário, lembre que pode nos contactar por email ou whatsapp
Vocês são muito organizados. Parabéns! Lerei o texto acredito que seja tão provocativo quanto à fala do prof na aula inaugural. Gratidão.
Que orgulho da minha amiga! Parabéns Daniele!!!😘😘😍😍
👍👍👍👍
Boa tarde, meus caros, gostava de me inscrever à supra especialização, por favor.
Mateus.
Olá, Epinelas, é só você preencher este formulário: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScSnAUI2zmE2iRMXPEzmFttG0YxPdvh1AOGUJM78wYh798keg/viewform
Texto importante para o debate atual. Primeiro, por mostrar que os clássicos da sociologia ainda são úteis para analisar questões do século XXI. Segundo, por não rotular o papado de Francisco como alinhado automaticamente a um partido de esquerda, mas por defini-lo como humanista, fugindo das taxonomias comuns ao debate. A ideia de uma geopolítica multirrealista das vítimas está em sintonia com o que penso sobre o legado de Francisco.
Este denso e provocativo ensaio de Aldo Tavares sobre a potência do entre em Platão me faz pensar imediatamente nas ressonâncias que encontro em minha pesquisa sobre Michel de Certeau, particularmente na forma como ambos os pensadores, separados por mais de dois milênios, convergem numa mesma intuição fundamental: a de que existe uma potência criativa que opera precisamente nos interstícios, nos espaços intermediários que escapam às lógicas binárias do poder constituído.
Quando Tavares reabilita a figura da deusa Métis como arkhé do terceiro elemento, reconheço nessa astúcia da inteligência a mesma μῆτις que Certeau identifica nas táticas cotidianas dos mais fracos. Há uma genealogia secreta que conecta a astúcia ulissiana, o poder pastoral de Giges com seu anel que torna visível-e-invisível, e as artes de fazer dos praticantes ordinários que estudei em minha pesquisa sobre a retórica do caminhar. Em todos esses casos, trata-se de uma forma de inteligência que não se confronta diretamente com o poder, mas que cria passagens laterais, dobras no tecido do real onde novas possibilidades podem emergir.
O que me fascina na leitura que Tavares propõe é como ela desfaz os clichês acadêmicos que transformaram Platão num pensador do dualismo estático. Essa operação de releitura ecoa profundamente minha própria experiência com Certeau, frequentemente reduzido a um teórico das “resistências” quando na verdade desenvolve uma sofisticada reflexão sobre os processos de criação social. A metafísica amodal platônica que inclui o terceiro elemento ressoa com aquilo que identifiquei na mística certeauniana: uma forma de experiência que não se deixa capturar pelas oposições rígidas entre transcendente e imanente, individual e social, mas que opera precisamente nesse entre-lugar onde o mesmo se torna outro sem deixar de ser si mesmo.
A alegoria do anel de Giges que Tavares analisa com tanta sutileza me remete àquilo que Certeau chama de “fábula”: uma forma narrativa que não se contenta em descrever o real, mas que o produz através do próprio ato de narrá-lo. O pastor que se torna rei não através da violência direta, mas mediante essa potência intermediária do vagar entre ser e não-ser, espelha perfeitamente as táticas cotidianas que permitem aos praticantes ordinários reinventar continuamente os espaços que lhes são impostos. Em ambos os casos, estamos diante de uma política que não se organiza segundo a lógica do confronto direto, mas segundo uma lógica da dobra, do desvio, da criação de realidades paralelas.
O que mais me interessa nesta aproximação entre Platão e Certeau, mediada pela brilhante análise de Tavares, é como ela nos oferece ferramentas conceituais para pensar a complexidade política contemporânea. Vivemos tempos em que as lógicas binárias tradicionais mostram sua insuficiência, e a recuperação do terceiro elemento platônico, lida através das lentes da microfísica do poder foucaultiana e das práticas certeaunianas, sugere caminhos promissores para uma filosofia política capaz de acolher o paradoxal, o intermediário, o que escapa às capturas totalizantes do poder.
A crítica de Tavares à fragmentação acadêmica também me toca profundamente enquanto professor de filosofia. Quando ele propõe ler Platão não para ser platônico, mas para encontrar conceitos que atravessam diferentes pensadores, reconheço aí o mesmo gesto metodológico que pratico ao estudar Certeau: trata-se de fazer filosofia não como exercício de fidelidade a um autor, mas como criação de novos agenciamentos conceituais capazes de iluminar questões contemporâneas.
Este ensaio é uma contribuição valiosa não apenas para os estudos platônicos, mas para todos nós que tentamos pensar formas de vida e de política que não se deixem reduzir às alternativas impostas pelas lógicas dominantes. A potência do entre que Tavares resgata em Platão é, ao mesmo tempo, muito antiga e absolutamente contemporânea: é a potência daqueles que criam mundos possíveis nos interstícios do mundo existente.
Gabriel, ainda que vc considere meu nome, sabemos que o nome é matilha, e nós pertencemos à mesma matilha, de que faz parte Platão e Certeau.
Em qual livro posso ler a sugestão do entre em Certeau?
Abraço fraterno em teu destino!!! e vida longa aos inquietos!!!