Cadernos do Ateliê. “Outra Ciência é possível!” Uma apelo à Slow Science, por Isabelle Stengers

Lançamos agora nos Cadernos do Ateliê uma primeira série que traz textos, traduzidos e inéditos, que permitam diagnosticar nosso tempo, ao mesmo tempo que refletir sobre o Ateliê e seus valores. No primeiro fascículo, iniciamos com a proposta, à qual nos vinculamos, de uma slow science. Após termos publicado no nosso site uma tradução do Manifesto por uma slow science, trazemos agora o texto da filósofa e historiadora da ciência Isabelle Stengers, “'Outra Ciência é possível!': Um apelo à Slow Science”, com tradução e apresentação de Maryalua Meyer e André Magnelli. Aproveitamos para agradecer à Isabelle Stengers e à editora La Découverte por terem gentilmente nos autorizado a publicação deste ensaio.

Em face ao anti-intelectualismo: para que as humanidades? por Elton Luiz Leite de Souza

No dia 30 de maio, como parte do Ciclo de Humanidades, ocorrerá na BiblioMaison o evento, Em face ao anti-intelectualismo: para que as humanidades?, com Elton Luiz Leite de Souza.

Cadernos do Ateliê. Nota sobre as relações entre Tecnologia e Sociologia (1948), por André Leroi-Gourhan

A Série “A História Antropológica de um Ponto de Vista Tecnológico” A Série, publicada em Fascículos pelos Cadernos do Ateliê, do Ateliê de Humanidades, tem o propósito de disponibilizar ao grande público ensaios de “antropologia das tecnologias”. Ela tem o intuito de publicar, principalmente, traduções de textos clássicos da história da antropologia (e de suas ciências irmãs, como a arqueologia e a etologia) que tenham assumido uma posição do “ponto de vista tecnológico”. Pretendemos trazer também ensaios contemporâneos que trabalham com uma abordagem antropológica das técnicas, dos objetos técnicos e das tecnologias. No terceiro fascículo trazemos o artigo de André Leroi-Gourhan, Nota sobre as relações entre Tecnologia e Sociologia (1948).

Quando um ministro da educação não sabe o que é escrever e pensar

Por Aldo Tavares* Ungido por padres e pastores, o presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, soube escolher, pela segunda vez, o melhor nome para ministro da Educação: Abraham Bragança de Vasconcellos Weintraub, conhecedor profundo da educação brasileira - em particular, da Filosofia - pela razão de ter dedicado sua vida à economia. Mestre em administração... Continuar Lendo →

Manifesto por uma disciplina inútil, a ciência do homem, por André Leroi-Gourhan

Apresentação O texto aqui publicado é um manifesto pela "ciência do homem", em defesa da importância humana de sua "inutilidade" e "gratuidade". Publicado em 1974 no jornal Le Monde, este texto do etnólogo e pré-historiador André Leroi-Gourhan mostra toda sua atualidade ao abordar temas como a crise das universidades, as consequências da mundialização e a... Continuar Lendo →

“Marighella” tem algo a dizer às esquerdas de hoje?

Aldo Tavares* Se uns dizem revolução e outros, ditadura, a história registra que, de 1º de abril de 1964 a 15 de março de 1985, militares governaram esta Pátria Amada por longos 21 anos, sem os devidos conflitos naturais da democracia. Para o baiano Carlos Marighella, o que houve em 64 foi um golpe militar... Continuar Lendo →

The child, his majesty! The challenges of psychoanalysis for the new times

by Marco Aurélio Carvalho Silva* Since the end of the nineteenth century, thinkers have researched about human suffering in an attempt to figure out what its causes could be. A lot of light has been shed on the reasons underlying human suffering. Let us take a look first at what Freud, one of the most... Continuar Lendo →

O presidente e a imprensa, por Carlos Alberto Rabaça

A relação entre o presidente Bolsonaro e os meios de comunicação tem sido carregada de paixões. O paroxismo do amadorismo político se apresenta nas manifestações lamentáveis a respeito daqueles que zelam pelo direito à informação e à transparência da coisa pública. E o motivo é evidente: a imprensa investiga, analisa e divulga atitudes do Governo... Continuar Lendo →

Mais Oswald, menos Ernesto. Mais Brasil, menos Pátria

Por Sebastião Lindoberg da S. Campos Em março de 1924 Oswald de Andrade afirma no manifesto Poesia Pau-Brasil que o “carnaval do Rio de Janeiro é o acontecimento religioso da raça”. De fato o carnaval é a manifestação mais genuína daquilo que podemos chamar de brasilidade. Mas o que é brasilidade? Essa busca de entendimento... Continuar Lendo →

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