Children, their majesty! The challenges of psychoanalysis for the new times

by Marco Aurélio Carvalho Silva* Since the end of the nineteenth century, thinkers have researched about human suffering in an attempt to figure out what its causes could be. A lot of light has been shed on the reasons underlying human suffering. Let us take a look first at what Freud, one of the most... Continuar Lendo →

O presidente e a imprensa, por Carlos Alberto Rabaça

A relação entre o presidente Bolsonaro e os meios de comunicação tem sido carregada de paixões. O paroxismo do amadorismo político se apresenta nas manifestações lamentáveis a respeito daqueles que zelam pelo direito à informação e à transparência da coisa pública. E o motivo é evidente: a imprensa investiga, analisa e divulga atitudes do Governo... Continuar Lendo →

Mais Oswald, menos Ernesto. Mais Brasil, menos Pátria

Por Sebastião Lindoberg da S. Campos Em março de 1924 Oswald de Andrade afirma no manifesto Poesia Pau-Brasil que o “carnaval do Rio de Janeiro é o acontecimento religioso da raça”. De fato o carnaval é a manifestação mais genuína daquilo que podemos chamar de brasilidade. Mas o que é brasilidade? Essa busca de entendimento... Continuar Lendo →

Naufrágio de uma chancelaria rumo à pátria perdida

Por André Magnelli O mundo de Ernesto Fraga naufraga. Basta saber se o Brasil se deixará imergir sob as águas turvas de uma tormenta ou se descobrirá nela apenas uma marolinha. A nomeação do chanceler para o Ministério havia acendido um alerta para aqueles que reconheceram a tradição de pensamento por detrás das suas ideias: o velho anti-iluminismo, que esteve na origem dos fascismos do século XX. Conhecendo o “espírito” de sua reforma no MRE, não ficamos surpresos pelo atual clima de caça às bruxas, nem tampouco pela demissão do diplomata Paulo Roberto de Almeida da presidência do IPRI. O que explica que um diplomata marginalizado pelos governos do PT e de convicções liberais, com livro sobre nada menos do que Roberto Campos, seja defenestrado por ter postado textos críticos sobre a política exterior no seu Blog?

Traição, atração e contorsão: quando o brincar desnuda o poder

por Aldo Tavares* Denunciada por uma enfermeira por causa da posse de um livro marxista, Nise da Silveira, em 1936, aos 31 anos, foi levada ao presídio Frei Caneca, permanecendo durante 18 meses. De 1936 a 1944, ficou afastada do serviço público. Uma vez reintegrada, ela volta a trabalhar no Centro Psiquiátrico Nacional Pedro II,... Continuar Lendo →

No reino de Momo, rir é coisa séria

De segunda a sexta, José Maria de Jesus sai às 6h de Nilópolis para trabalhar na av. Rio Branco. Pai de duas crianças, ele vende bolsas femininas como camelô. José torce pela Beija-Flor. “Para mim, o mais bonito desfile da nossa escola de samba foi Ratos e Urubus, com Joãozinho Trinta, em 1989”, lembra com... Continuar Lendo →

Agonies of the public sphere in times of Narcissus

Narcissus finds it ugly what is not a mirror and hates what, being public, has no face. Today’s public life is exciting, agitated and even activist. However, the fact that it is intense, it does not necessarily mean it is well; quite the contrary, it may signal that it is agonizing.

Robots that can create art!?

By Liz Ribeiro In October, 2018, the painting entitled “Portrait of Edmond De Belamy” was auctioned at Christie’s in New York for the price of 432 thousand dollars. This event itself did not represent anything extraordinarily new for the art world, since works of art are auctioned at art galleries all over the world on... Continuar Lendo →

Da força da grana que ergue e destrói coisas belas – Ateliê de Humanidades para o Jornal do Brasil

Morrer é natural, mas morrer em condição aviltante não é. Se o primeiro caso nos submete à resignação, o segundo nos afronta. A morte natural, sabemos, pertence à ordem do Criador, mas aquela que nos humilha, aquela que nos desdenha, pertence a homens públicos que arrancaram, com sua absurda violência de lucro, o sentido mais digno da pessoa humana. A matança em Brumadinho, Minas Gerais, nos assombra. Os assassinos não merecem perdão.

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