Pontos de Leitura. Quando um intelectual solitário se encontra com massas inseguras, por Karl Mannheim

Os aspectos mórbidos de um estado de permanente descompromisso [com o mundo por parte de intelectuais] são evidentes. [Diferentemente de intelectuais inteiramente descompromissados], quem se defronta com as consequências diárias de suas ações acaba por adquirir hábitos pragmáticos e uma visão crítica dentro dos limites de sua prática profissional. O intelectual [completamente descompromissado] escapa destas... Continuar Lendo →

Podcast. As sexualidades de Foucault (I): Sexo, a razão de tudo!

Primeiro episódio da temporada do República de Ideias, do Ateliê de Humanidades, sobre os quatro volumes da História da Sexualidade de Michel Foucault. Este episódio trata do primeiro volume: A vontade de saber (1976). Foucault: saber-poder, sujeito fora da filosofia do sujeito, grandes instituições de saber-poder na modernidade Por que a sexualidade? Sexualidade como dispositivo de poder O problema da liberação ou das práticas de liberdade.

Ateliê de Humanidades Editorial

O Ateliê de Humanidades Editorial é o meio de publicação oficial das pesquisas dos quadros do Ateliê - livres-pesquisadores plenos, em formação e parceiros -, direta e indiretamente vinculadas aos nossos Planos de convergência. Nesse sentido, nosso Editorial publica, na forma de periódico (Cadernos do Ateliê) e livros/e-books (selo Ateliê de Humanidades), os seguintes tipos de texto: artigos e ensaios resultantes de pesquisas em nossas linhas ou Planos de convergência; ensaios de interpretação do tempo presente; textos e autores clássicos e contemporâneos;  introduções e interpretações de autores, tradições, conceitos, temas e escolas; relatórios de pesquisa, dissertações e teses; edições críticas de obras clássicas e documentos históricos; e traduções de textos de autores estrangeiros parceiros do Ateliê e/ou vinculados direta ou indiretamente as nossas agendas de pesquisa.

Pontos de Leitura. Além do direito, ou a tentação de autossupressão da justiça, por Nietzsche

Aumentando o poder de uma comunidade, ela não mais atribui tanta importância aos desvios do indivíduo, porque eles já não podem ser considerados tão subversivos e perigosos para a existência do todo: o malfeitor não é mais "privado da paz" e expulso, a ira coletiva já não pode se descarregar livremente sobre ele - pelo... Continuar Lendo →

Cadernos do Ateliê. Nota sobre as relações entre Tecnologia e Sociologia (1948), por André Leroi-Gourhan

A Série “A História Antropológica de um Ponto de Vista Tecnológico” A Série, publicada em Fascículos pelos Cadernos do Ateliê, do Ateliê de Humanidades, tem o propósito de disponibilizar ao grande público ensaios de “antropologia das tecnologias”. Ela tem o intuito de publicar, principalmente, traduções de textos clássicos da história da antropologia (e de suas ciências irmãs, como a arqueologia e a etologia) que tenham assumido uma posição do “ponto de vista tecnológico”. Pretendemos trazer também ensaios contemporâneos que trabalham com uma abordagem antropológica das técnicas, dos objetos técnicos e das tecnologias. No terceiro fascículo trazemos o artigo de André Leroi-Gourhan, Nota sobre as relações entre Tecnologia e Sociologia (1948).

Podcast. Entrevista com Alfredo Pena-Vega (II): As universidades em uma perspectiva global

Segunda parte da entrevista com Alfredo Pena-Vega, professor e  pesquisador do Centre Edgar Morin (EHESS/CNRS), feita no contexto do  primeiro encontro do "Ciclo de Humanidades: ideias e debates em filosofia e ciências sociais", com o tema: "Ética complexa: religar o mundo, assumir o humano",  ocorrido no dia 28 de março de 2019 na BiblioMaison/Consulado da... Continuar Lendo →

Quando um ministro da educação não sabe o que é escrever e pensar

Por Aldo Tavares* Ungido por padres e pastores, o presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, soube escolher, pela segunda vez, o melhor nome para ministro da Educação: Abraham Bragança de Vasconcellos Weintraub, conhecedor profundo da educação brasileira - em particular, da Filosofia - pela razão de ter dedicado sua vida à economia. Mestre em administração... Continuar Lendo →

Pontos de leitura. Temor, liberdade e direito comum, por Baruch de Espinosa (1632-1677)

É, com efeito, certo que os homens por inclinação da natureza conspiram, seja por causa de medo comum, seja pelo desejo de vingar algum dano comumente sofrido. E uma vez que o direito da cidade se define pela potência comum da multidão, é certo que a potência e o direito da cidade diminuem na medida... Continuar Lendo →

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